Dr. Jonas BernardesNeurologista Agendar consulta

Doenças

Dores de cabeça

Os tipos de dor de cabeça — enxaqueca, cefaleia do tipo tensão e cefaleias trigeminoautonômicas — quando investigar e por que não se deve normalizar a dor.

As dores de cabeça estão entre as principais queixas da população em todo o mundo, com uma prevalência anual estimada em cerca de 90% para os homens e 95% para as mulheres.

É importante separar dois grandes grupos. As cefaleias primárias são condições crônicas em que a própria dor é a doença. Já as cefaleias secundárias são um sintoma de outra alteração — uma lesão ou doença no cérebro — e por isso merecem investigação.

Enxaqueca

A enxaqueca afeta cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo. Costuma se manifestar como uma dor de um lado da cabeça, intensa e pulsátil, que dura de 4 a 72 horas. Muitas vezes vem acompanhada de náuseas e de sensibilidade à luz e ao som.

Em parte dos casos, a crise é precedida pela aura — alterações visuais, formigamentos ou tontura que antecedem a dor.

Cefaleia do tipo tensão

É a dor de cabeça mais comum, afetando quase 2 bilhões de pessoas. Costuma ser descrita como uma pressão em faixa ao redor da cabeça, de intensidade menor que a enxaqueca. Pode ser episódica ou tornar-se crônica.

Cefaleias trigeminoautonômicas

São dores intensas e localizadas, geralmente próximas aos olhos, acompanhadas de lacrimejamento, congestão nasal e sudorese facial do mesmo lado da dor.

Quando procurar o neurologista

O diagnóstico correto do tipo de dor de cabeça é o que define o tratamento certo. Dor recorrente não precisa ser convivida — pode ser investigada e tratada.

Está com esse sintoma? Agende uma avaliação — presencial em Jaú/SP ou por teleconsulta.
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